"Acho a primavera a sua cara. Acho que porque você nasceu nessa estação e porque tem a alegria e a doçura da primavera. Lembra que tinha um beija-flor que de vez em quando aparecia na janela do seu quarto?"
Socorro Araújo (a mãe mais linda do mundo)
July 26, 2004

Burattini nel verde 
Castellammare durante a semana passada hospedou o 15o Festival Internacional de Marionetes. O evento, que ocorre todos os anos aqui nesta linda cidade, é reconhecido mundialmente e a ele participam grupos do mundo todo.
Bichos do BrasilEu fiquei arrasada pois só pude ir no domingo, que era o último dia. E infelizmente foi o único dia com chuva num festival ao ar livre. Mas mesmo assim valeu a pena e no ano que vem irei com certeza mais dias. A coisa boa é que foi o dia do premiado grupo brasileiro Pia Fraus com o espetáculo "Bichos do Brasil". Dizer que foi lindo não dá idéia da beleza da apresentação. Marionetes* gigantes de animais da flora brasileira "operadas" por ótimos e expressivos atores. Muito, muito, lindo. Galinha d'angola, arara, tigres, macacos, entre outros. Uma pena que o palco estava molhado e eles tiveram que se apresentar num espaço reduzido. Imagino como não deve ser num teatro com toda a equipe e cenografia.
Saí de lá feliz da vida e propretária de um CD com as músicas do "Bichos do Brasil" (ouvi, muito bom) e de uma sombrinha de frevo (com a bandeira de Recife).

Nem sei se o correto é chamar marionete, fantoche. Talvez seja mais apropriado bonecos. Vejam as fotos no site deles e poderão entender melhor.

islashado por Julie # 7/26/2004 10:25:00 PM
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July 25, 2004

Cinema 
Como era de se esperar, o cinema daqui fechou para férias, só reabre lá pra setembro. Como todos os anos, o normal seria ficar sem cinema por todos esses meses. Nananinanão. Graças a Carla, eu e maridinho saímos sozinhos uma vez por semana e temos ido quase sempre ao multisala de Nápoles (aquele sim é um multisala). Tem sido ótimo, mesmo com os filmes não exatamente fantásticos desse período.
Além disso, aqui, por duas semanas, tem cinema ao ar livre. Mostram filmes que passaram durante o ano. Fomos ver Troy na semana passada. O legal é poder levar as crianças sem me preocupar que elas conversem ou façam barulho.
Isso tudo me fez pensar à ausência de censura pelas bandas de cá. Pode ser que exista, mas certamente não sempre é respeitada. Porque os pais não tendo com quem deixar os filhos quase sempre os levam onde quer que vão. Ainda lembro como fiquei chocada vendo uma menina de uns 8 anos assistindo "O pianista", de Polanski. Eu, que tinha lido o livro e sabia o que me esperava, saí de lá em pedaços...

Sei que alguém poderá pensar que ao invés de escrever abobrinhas eu podia não escrever mas preferi dar o ar da graça. Sorry.

islashado por Julie # 7/25/2004 06:00:00 PM
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July 20, 2004

Júlia + Ana = Juliana 
Eu com uns 5 anosQuando minha avó paterna, Júlia, mulher de vovô Nelson, morreu, na família decidiram homenageá-la. E não só, resolveram homenagear também minha bisavó Ana, mãe de vovô Nelson. Decidiram que a primeira neta na família se chamaria Juliana. E assim meus quatro primos que nasceram antes de mim foram chamados Juliana até o dia do nascimento, quando às pressas tinham que arranjar outro nome: Luciano, Gustavo, Fábio e Mateus. Até que eu cheguei: a tão esperada primeira neta, Juliana. Me sentia A princesinha. Depois de mim, nasceu meu irmão e meu primo Bruno. E foi assim por alguns anos, poucos. Tudo era perfeito até o dia da chegada DELA, a minha "rival": Liza. Poucas coisas lembro tão vivas da minha infância como a sensação de que alguém estava roubando o meu trono. Depois de um pouquinho o ciúme passou, claro, minha prima é fofíssima. Passamos anos como as únicas meninas da família. E quando achávamos que o trono era só nosso, nasceu Júlia.
Essas lembranças voltaram à tona porque semana passada foi aniversário de Juju. Para completar a família, só faltávamos eu, Fábio (que mora nos Estados Unidos) e vovô Nelson, que está bem velhinho. E eu senti tanta vontade de estar lá, com todos eles, comemorando os 15 anos da minha priminha menor. Fiquei pequena...

UPDATE: Gente, eu estou tãããããããão feliz. Acho que vou fazer mais posts assim se o resultado for este. Minha tia adorada passou por aqui e deixou um comentário, que me deixou felicérrima, com correções à minha péssima memória.

Ju, tenho lido seu blog e o de Mila. Estou a-do-ran-do!! Você sabe que tenho o maior orgulho de ser sua tia/amiga.
Agora, uma correção no último post: Seu nome realmente foi colocado por causa de mainha Julia, mas o Ana é por conta de nossa bisavó materna, sua tataravó, mãe de vovô Arlindo, marido de vó Julinda. A mãe de vovô Nelson se chamava Jardelina e o pai era Justino. Capicci?
Eu também me chamo Ana por causa da mesma, que era índia, aliás, a mãe de vó Jarda se chamava Edwirgens e também era índia - somos brasileiros legítimos, filhos de índios com negros e com algum sangue português (os Almeida). Um dia vamos fazer nossa árvore genealógica.
Mil beijos pra você, Mila, Giu e Lello
Te amo
Ana


Também te amo de morrer, tia linda...

islashado por Julie # 7/20/2004 08:28:00 PM
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July 16, 2004

Tanti auguri a Deda!!  
DedaFeliz aniversário a Andrea, uma pessoa tão querida e muito especial.
Pode parecer piegas, bobinho, mas eu acredito em amizade virtual. Têm algumas pessoas que eu gosto tanto, sinto uma certa intimidade, como se conhecesse pessoalmente, frequentasse a casa, saísse para passear. A Andrea é uma dessas pessoas. O dela foi praticamente o primeiro blog que li, foi o blog que me levou ao Mundo Pequeno e assim a todos os outros blogs e mundos e amigos.
A Deda está vivendo um momento especial da sua vida e eu estou aqui na torcida por ela. Te desejo tudo de bom, fulô.








islashado por Julie # 7/16/2004 01:17:00 PM
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July 14, 2004

Bodas de madeira 
Aliancas
Parece que foi ontem... Mas já se passaram 5 anos...

islashado por Julie # 7/14/2004 06:19:00 PM
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Buon onomastico Cami! 
Hoje é o onomastico da minha pequerrucha. Já falei bastante dela ultimamente, portanto, deixo só registrado o meu tanti auguri minha linda. Mamãe te ama!

islashado por Julie # 7/14/2004 06:18:00 PM
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July 12, 2004

Da pequena daqui de casa 
CamilaFalei do pequeno, hoje vou falar da pequena. Sabem, ela está naquela fase difícil de conflito com a mãe (no caso, eu) e eu estou naquela fase difícil de pouca paciência (sei que a minha passa mais rápido do que a dela). É uma combinação não muito feliz mas a gente vai levando. Ela é o amor da minha vida, no fundo no fundo nos damos bem.
Ela puxou a mim, memória curta. Não lembra de muitas pessoas, esqueceu que eu colocava ela na cama, que pegava no colo e enchia de beijos (ainda encho de beijos mas comprida como ela é fica difícil pegar no colo). Morre de ciúmes do irmão menor.
Mas, como eu, ela até hoje lembra dos meus "erros". Como no dia que, já morando aqui, eu estava esquecendo de colocar a calcinha nela. "Mae, lembra daquele dia que você e Help me levaram pro shopping sem calcinha?". Como esquecer? Toda preparada, vestidinho amarelo, tiara nos cabelos, dentro do ônibus quando peguei no colo descobri que tinha esquecido a calcinha. Demos muita risada com o fato mas se vê que marcou a minha Pitchuquinha porque ela lembrou do fato mesmo depois de uns, no mínimo, 3 anos. Deve ter ficado com vergonha por ter passeado uma tarde inteira com as partes inferiores descobertas. E a mãe desnaturada que achava engraçado...
EuJá contei que estou dando liberdade à ela. Acho importante que ela se sinta independente e que aprenda a se virar sozinha (embora eu fique em casa com o coração na mão). Vai sozinha pra igreja, pro supermercado, atravessa rua e tudo. E cada dia vai mais longe. A diversão dessas férias tem sido ir à loja da sogrinha, que fica não muito longe. Outro dia "autorizei" um passeio com a prima um pouco mais velha pela Villa Comunale, mas só aqui perto. Depois soube que elas tinham rodado a Villa toda e na volta passearam pelas lojas da cidade. Não fui chata, fiquei contente que ela tivesse me contado tudo e que o passeio foi numa zona para pedestres. No dia seguinte, enquanto dormia, ouvi um barulho. Acordei e era ela deixando o seguinte bilhete: "Mamãe, vou pra loja da nonna, a gente se vê mais tarde". Peraê! Nem pedir a gente pede mais, hein! A moçoila não só estava saindo sem autorização como, ainda por cima, sem escovar os dentes ou tomar café ou pentear os cabelos. Tranquilamente disse que ela deveria ter feito todas as coisas citadas antes e, principalmente, tem que pedir pra sair.
Mas é aí que você percebe que seu filho está crescendo e que o próximo passo vai ser responder ao interfone com um rapaz na lambreta que a espera lá embaixo (tenho que rezar para que esse dia chegue o mais tarde possível).
O tempo passa e Pitchuca cresce. Mas por mais que briguemos, entre nós tem uma cumplicidade, um amor total e absoluto, que pré-adolescência ou adolescência nenhuma vai estragar.
(Confissões de uma mãe com medo que os filhos cresçam)

islashado por Julie # 7/12/2004 07:51:00 PM
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July 09, 2004

Do menino daqui de casa 
Passeio na Villa Comunale. O menino e papai, a menina com mamãe e uma amiga. Vindo na direção oposta, duas menininhas com uma chupeta-pisca-pisca de neon pendurada no pescoço.

- Papi, papi! Me lo compri? (papai, papai, você compra pra mim?)
- No, Pitchuco, è da femmina. (não, Pitchuco, é de menina)
- Allora, quando mi faccio femmina, me lo compri? (então quando eu virar menina você compra pra mim?)
- o_o

E o passeio continua. Quase chegando ao destino, eis que vindo na direção oposta vem um menininho com a mesma chupeta-pisca-pisca. A mãe vê tudo e, rindo, imagina o que está por acontecer. Os olhos do pequeno se iluminam, é como se seus pés não tocassem o chão de tanta felicidade.

- Papi, papi! QUELLO è da maschi!!! (papai, papai, aquele é de menino!)

Alguns dias depois, em casa, o menino conversando com o pai:

- Papi, quando mi faccio grande, mi compri i soldi? (papai, quando eu crescer você compra dinheiro pra mim?)
- o_o


islashado por Julie # 7/09/2004 06:47:00 PM
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July 08, 2004

Sôdade... 
Brigitte Bardot (Zeca Baleiro - Líricas)

a saudade
é um trem de metrô
subterrâneo obscuro
escuro claro
é um trem de metrô

a saudade
é prego parafuso
quanto mais aperta
tanto mais difícil arrancar

a saudade
é um filme sem cor
que meu coração
quer ver colorido
(a saudade é um trem de...)

a saudade
é uma concha velha
que cobriu um dia
numa noite fria
nosso amor em brasa

a saudade
é brigitte bardot
acenando com a mão
num filme muito antigo

islashado por Julie # 7/08/2004 01:00:00 PM
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July 06, 2004

Reclamar às vezes é preciso (?) 
Reclamar faz parte da natureza humana. Embora a Denise tenha sabiamente dito que é quase sempre desgastante, uma perda de tempo e energia, nem sempre é fácil manter a calma, contar até 10, relevar, ser tolerante, deixar pra lá. E também, reclamar pode, muitas vezes, ser terapêutico. Reclamo e, como por milagre, o problema desaparece ou ganha menores proporções. Quantas vezes me lamentei de algo e o simples desabafar fez o algo perder importância? Convenhamos, pode até mesmo ser divertente.

Atenção: eu estou basicamente falando de banalidades, de reclamações feitas em blogs quase sempre, como no meu caso, feitas com veia irônica, tirando sarro da situação e de mim mesma.

Para que ninguém fique boiando ou se perguntando "será que foi algo que eu disse?", vou explicar o porquê deste post. Li um comentário num blog dizendo que nós, brasileiras na Itália, só reclamamos de tudo, que vemos o lado negativo, que falamos mal do país. Na minha opinião, nós falamos TAMBÉM das pecas dessa sociedade mas espero que a pessoa não pule todos os posts falando bem daqui, das pessoas, da vida. Penso também que criticar A não quer necessariamente dizer que C é melhor.
Claro que tem reclamar e reclamar. Existem pessoas rabugentas que só enxergam as coisas ruins. E existem pessoas como eu que reclamam simplesmente por, que quase sempre não dão grande peso à coisa.

Quando num próximo post eu me lamentar porque o cinema daqui fecha no verão, que ninguém pense que para mim o Brasil é melhor porque o cinema não fecha. Eu só acho que tenho todo direito de me chatear, porque não terei a oportunidade de ver vários filmes, e de expor esse meu sentimento. Depois de tantos anos de reclamação pura e simples, hoje eu entendo as razões das pessoas que não querem ficar em locais fechados aproveitando assim ao máximo o verão (só não posso imaginar se fosse assim em Salvador) mas continuo me achando no direito de falar.
Posso me lamentar porque no verão não vendem meu chocolate preferido? Hoje eu sei que ele fica estranho com o calor mas eu continuo sentindo falta dele.
Se eu não tivesse reclamado dessas coisas aqui no blog no ano passado, se uma certa pessoa não tivesse me questionado, talvez eu não tivesse refletido e compreendido certos motivos, mas vou continuar reclamando.
Assim como acho absurdo a incapacidade de grande parte dos italianos de fazer fila, a pouca educação no trânsito (pelo menos em Nápoles), toda e qualquer pessoa que joga lixo no chão (onde quer que viva e independentemente da nacionalidade), todos os fumantes que não respeitam o próximo, o engarrafamento e a superlotação das praias daqui da zona, etc. O que não quer dizer 1. que não gosto da Itália (adoro embora ache que como qualquer lugar do planeta têm seus defeitos), 2. que estou generalizando, 3. que vou pensar sempre assim, 4. que acho o Brasil o paraíso, 5. etc.
Se eu reclamo hoje, amanhã posso dar risada do que falei. A reflexão, o passar dos anos podem fazer com que cada coisa adquira outras dimensões, uma outra cara.
Eu falei do frio no inverno, daqui a pouco vou falar do calor "insuportável". Incoerente? Sim, e daí? De repente, falando do calor eu começo a suportá-lo. Ou simplesmente leio o comentário de alguém falando do carro parado com a neve e vejo que sou sortuda e não tenho do que reclamar. Ou simplesmente estou sem tema e quero encher linguiça.

Não estou criticando quem criticou. É somente um convite para tentar ver as coisas com outros olhos e não levar tão à sério textos em blogs. Eles, por vezes, são sensações do momento, são pensamentos que até podem ter mudado. E acho que todo nacionalismo sem questionamento é burrice, defender seu país com unhas e dentes fechando os olhos para os problemas ou pensando que quem vem de fora (como nós, extracomunitarie) tem que achar tudo lindo e maravilhoso é, no mínimo, ingenuidade.

E notaram o excesso de "por vezes", "às vezes", e todas as hipóteses e condicionais? São propositais. Viram como o texto fica chato e repetitivo? É por isso que quase sempre parece que o autor está generalizando não usando.

islashado por Julie # 7/06/2004 06:49:00 PM
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July 02, 2004

Date-night 
Eu sempre quis dedicar mais tempo a nós, casal, principalmente depois que Pitchuco chegou. Se normalmente se corre o risco de deixar o casamento cair na monotonia, quando se têm filhos o risco é ainda maior. O problema é que sempre deixamos pra amanhã, amanhã.
E nessa de adia, adia, eu me deparei num post da Carla falando sobre seus date-nights com o marido. Adorei, falei com maridinho e finalmente essa semana "copiamos" a idéia saímos pro nosso primeiro.
Date-night (ou "Eu e você, você e eu", ou "Noi due" (nós dois), ou "Soli, soletti" (sós, sozinhos), ainda não decidi como iremos chamar) é um momento pra jogar tudo pra cima e namorar, voltar a ser um casal de fidanzatini.
Nós fomos ao cinema num multisala de Nápoles assistir "The Ladykillers", com Tom Hanks (foi a primeira vez que meu marido entrou num multisala, acreditam?). Nada demais o filme mas o importante foi o passeio e o estar junto. Foi bom demais e semana que vem vamos repetir (dependendo da disponibilidade da maravilhosa sogrinha, claro).
Carla, eu só posso mesmo agradecer 100 vezes. Mil obrigadas por ter condividido sua idéia e por ter assim me empolgado.
Se você quiser entender melhor o que é e se inspirar nessa ótima idéia, dá um pulo no Baianices e leia o post "boas influências" (é o mais recente) e o post "Verão" (o link está lá).
E, copiando uma frase da Carla: "a gente veio pra esse mundo foi pra beijar na boca e ser feliz, feliz dia de namorar pra você, qualquer que seja o seu dia".

islashado por Julie # 7/02/2004 07:15:00 PM
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July 01, 2004

Extra, extra 
Senhoras e senhores, é com enorme prazer que comunico que acaba de nascer o primeiro blog de brasileiros no exterior escrito por uma menina de nove anos: é o Ex-bebê boblévis.
O blog é de uma menina lindíssima, inteligentíssima, espertíssima, gostosíssima, de nome Camila.
Bebê boblévis é como sua vovó, que adora inventar nomes, chamava ela quando pequena. Foi pensando na vovó que o nome foi escolhido.
Durante uma entrevista, Camila confessou que o template do blog, assim lindo, foi obra de sua mãe mas que ela prometeu não meter o bedelho nos textos. Acrescentou que sabe que a mãe vai ficar se mordendo porque é perfeccionista e intrometida mas que é melhor assim.
Provavelmente, o seu será um "blog de verão" pois com a volta às aulas pode ser que fique difícil atualizá-lo mas nada está decidido. O que é certo é que ele será escrito prevalentemente em português, não sendo excluída a possibilidade de posts em italiano, de acordo com a vontade da própria Camila.
Ela ainda está adquirindo intimidade com o sistema, a linguagem, o novo mundo mas já escreveu seu primeiro post. Vão lá conferir esta pequerrucha que se está aventurando neste estranho mundo bloguístico!

islashado por Julie # 7/01/2004 07:08:00 PM
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.: Euzinha
Julie, 27 anos, libriana, baiana com H. Casada com Lello, há 6 anos vivo em uma cidadezinha da província de Nápoles. Tenho dois filhotes: Camila, 11 anos, e Giuseppe, 5. Sou uma ex-revisora de textos e ex-estudante de letras da UFBA, hoje não sei exatamente o que sou.
Algo a dizer? Manda um email: islashi arroba hotmail ponto com.
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